“Sobrevitória – Usina Arte Contemporânea, 25 anos depois”



O MAES recebe a exposição inédita “Sobrevitória”, constituída a partir do conjunto de obras de arte adquiridas pelo colecionador Marcio Espíndula, em sua maioria entre 1986 e 1989, período no qual ele manteve em funcionamento, em Vitória, a galeria Usina Arte Contemporânea

A curadoria realizada por Luiz Eduardo Meira de Vasconcellos privilegia o recorte com 100 obras de arte contemporânea. Participam da mostra, entre grandes nomes da arte no Brasil, Amilcar de Castro, Iberê Camargo e Franz Weissmann, merecendo destaque a presença dos artistas Dionísio Del Santo, Hilal Sami Hilal, Regina Chulam e César Cola, que são capixabas.

“Sobrevitória”, que permanece em cartaz no MAES até 24 de julho, é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), em parceria com o Instituto de Ação Social e Cultural Sincades, com produção da ABZ Projetos Produções.

Recorte
Ressaltando a qualidade plástica das obras, a exposição evidencia dois momentos: o primeiro, pontual, abarca a produção artística anterior à década de 1980; enquanto o segundo reúne obras que passaram a integrar a coleção a partir das exposições realizadas na galeria Usina.
Os visitantes poderão conhecer 25 anos depois, a sequência de 25 exposições realizadas em menos de três anos na Usina Arte Contemporânea e, sobretudo, vão se surpreender com o elenco de artistas que delas participou.
Essa coleção de obras de arte constituída por Marcio Espíndula é relevante marco, seja para a cidade de Vitória e suas instituições culturais, seja para a história da arte brasileira das últimas três décadas.





Usina Arte Contemporânea
A galeria Usina Arte Contemporânea foi inaugurada no dia 17 de abril de 1986 com uma exposição coletiva. Seguiram-se ainda no mesmo ano, exposições de pinturas de Adriano de Aquino, Jorge Guinle, de Ivald Granato e Milton Machado; uma mostra de obras em papel de Iberê Camargo e duas outras de pinturas, de Gonçalo Ivo e de Hilal Sami Hilal.
Em 1987 foram realizadas dez exposições: pinturas e obras sobre papel de Leonilson; obras em papel de Antonio Dias e, em seguida, de Ione Saldanha; esculturas e obras sobre papel de Amilcar de Castro; uma nova exposição de Hilal Sami Hilal, desta vez de obras em pequenos formatos; pinturas sobre borracha e desenhos de Hilton Berredo; obras sobre papel de Mira Schendel; pinturas de Loio-Pérsio; esculturas para interiores de Franz Weissmann e pinturas de Regina Chulam.

Por fim, em 1988, foram sete mostras: pinturas de Daniel Senise; duas de esculturas e objetos de Carlos Fajardo e de Márcia Ramos; desenhos de
Ester Grinspum; esculturas e relevos de Frans Krajcberg; e mais duas de pinturas de César Cola e de Karin Lambrecht.

Em seu texto de apresentação, o curador Luiz Eduardo Meira de Vasconcellos diz que “encerradas as atividades da Usina Arte Contemporânea no início de 1989, decantou-se um patrimônio que passou a ser não só conservado, como também acrescido de obras que saldam oportunidades aproveitadas ou perdidas”. Para ele “o acervo expressa uma sobrevitória, com o intuito de avivar a imaginação sobre o que se mantém de maneira diversa, há um quarto de século”.


Serviço
Exposição “Sobrevitória”
Abertura: terça-feira (24)
Horário: 20 horas
Local: Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo (MAES)
Endereço: Av. Jerônimo da Monteiro, 631, Centro – Vitória ES
Telefones: 27 3132-8393 | 3132-8390
Período: até 24 de julho
Visitação: terça a sexta-feira – das 10 às 18 horas - sábados, domingos e feriados – das 12 às 18 horas


Entrada franca





















Book Blogger Hop! Essa é a versão brasileira do Book Blogger Hop que as garotas do Murphy’s Library começaram!

A versão original é da Jennifer, do Crazy for Books. A ideia é mostrar a diversidade de blogs que existem no Brasil e conhecer um pouquinho mais dos blogueiros.


 E toda semana tem uma pergunta diferente. Muito legal, né?

A pergunta dessa semana é:


Qual a cena mais emocionante de um livro que você tenha lido recentemente ?


Sem dúvida a cena mais emocionane que li foi no livro " A Llista de Schindler". O livro conta a história de Oskar Schindler conseguiu salvar a vida de mais de mil judeus.
Em uma das primeiras cenas  Schindler vai até cozinha para ajudar a cozinheira, que por ser judia é maltrarada pelo comandante alemão dono da casa.
Toda a conversa deles é emocionante, por ser uma história real nós deixa ainda mais emocionado.


 



A verdade é que ainda não li esse livro, mas estou super ansiosa, como já li outros livros do Vianco e sei que são fabulosos acredito que este não será diferente.

Um pequeno resumo só para atiçar a curiosidade.


O Caso Laura aborda assuntos delicados, misturando realidade com fantasia, esse é o primeiro livro policial do André Vianco, que até então vinha numa linha de terror sobrenatural, explorando principalmente o universo vampiresco.

A personagem principal é Laura, uma mulher marcada por lembranças dolorosas do passado. Bonita, talentosa e extremamente frágil, não consegue lidar com a dor das lembranças. A triste história do seu passado a faz viver a beira do precipício. Seu único elo com o mundo, a única pessoa que a faz ter forças para conseguir seguir em frente, é seu pai. Mas o destino a coloca em cheque quando vê a força paterna se esvair lentamente. Um AVC joga seu pai em coma profundo sem muitas esperanças de recuperação.

Em meio a mais uma situação dolorosa Laura conhece o enigmático, atencioso e gentil Miguel. Com ele, ela pode desabafar tudo o que lhe corrói por dentro. Miguel sempre a ouve com paciência e atenção, é nele que Laura encontra estímulo para continuar sua triste existência.

O detetive particular Marcel, é um homem entediado com os casos pelo qual é contratado e endividado até o pescoço. Até o dia em que um misterioso homem o contrata para investigar Laura e Miguel, com ênfase em descobrir quem é esse homem em quem ela tanto confia. Vigiar uma mulher que vai todos os dias a uma mesma praça se encontrar com um homem igualmente misterioso.

A história tem outros núcleos que de certa forma se entrelaçam. O mistério maior vem quando o detetive percebe que várias pessoas misteriosas que fazem parte ou não do universo de Laura tem um símbolo do infinito em algum objeto, ou mesmo tatuado no corpo.



"Qual é o nome do alvo? Pergunta Marcel a seu cliente"

"Laura, o nome dela é Laura"


...e assim começa O Caso Laura.




Livro do escritor brasileiro André Vianco que cada dia mais vem conquistando novos leitores com seu estilo de literatura fantástica. Com esse novo livro Vianco consolida mais uma vez sua trilha de sucesso iniciada com OS SETE.










 




O caso Laura – Capítulo 1


- Não sei se eu já te falei, pai, mas arranjei um amigo novo. Acho que faz umas quatro ou cinco semanas que nos encontramos todos os dias. Vejo mais ele do que vejo você, mas sei que você entende e não fica chateado com isso. Você sempre quis que eu me divertisse mais, sempre me empurrou para os carinhas interessantes quando eu estava no colégio, me encorajando e conversando comigo a respeito de tudo na vida.
Laura suspirou e ficou olhando para o pai, meio que esperando uma resposta, um sinal de aprovação.
– Você sempre fez o tipo de pai moderninho. Minhas amigas não acreditavam quando eu contava os papos que a gente tinha. Quando eu contava das vezes que você me tirava do quarto, da frente do computador ou da TV e fazia eu me trocar e colocar batom e tudo pra ir a uma festa ou baladinha com as amigas, elas surtavam. Diziam para eu cuidar de você até o fim da minha vida porque pai assim não existe.
O sorriso tímido que teimava em brotar nos lábios sempre morria quando chegava o silêncio. Ela falava com o pai usando um tom baixo na voz. Não que o pai fosse se importar com o volume, mas ela sempre teve aquilo, verdadeira aflição em ser notada e horror a incomodar os outros com sua voz aguda. Lembrava do desconforto que era escutar a si própria numa gravação caseira, falando para a câmera nas festas de amigas ou na formatura. Já que estavam em um hospital, tinha medo dos familiares do leito ao lado a ouvirem fazendo suas confissões eventuais ao pai acamado. Ela deixou outro suspiro fugir do peito e cruzar a distância entre ela e o pai calado. De tempos em tempos ela ajeitava o cabelo e remexia as rosas no jarro d’água improvisado como vaso. Casa de ferreiro, espeto de pau. Ela bem que podia trazer um vaso decente, mas nunca lembrava por conta de só visitar o pai quando dava na veneta ou quando estava demasiadamente deprimida, sem ninguém mais para escutá-la. Evitava estar ali, não por falta de paixão ou consideração, mas é que a jovialidade e a intensidade das palavras daquele homem em muitas conversas travadas num passado nada distante oprimiam ainda mais o peito daquela filha. Raro era o episódio em que ela entrava ali, naquele quarto, de caso pensado, com tudo planejado e esquematizado na agenda. Acontecia de ela estar ali. Muitas vezes com os olhos rasos d’água pela tristeza que pisoteava seu peito ou tomada pelas lembranças dos carinhos e cuidados daquele paizão ausente que segurava tanto a sua barra.
Laura ficou calada mais um tempo, passando a mão suavemente em seu próprio pulso. Parava, inconsciente, nas lombadinhas que tinham se formado ali, na pele. Quelóides, cicatrizes deixadas pelo desespero. Olhando para as rugas no rosto do pai, as papadas que começavam a crescer, o cabelo já branquinho apesar do topete cheio, tudo compondo e acusando o açoite certeiro do tempo, deu um novo suspiro. O pai continuou calado e ela, mesmo sem resposta alguma, seguiu seu misto de confissão e desabafo.
- O nome desse meu amigo é daqueles que a mamãe gostava, nome de anjo. Miguel.
Ela pausou a fala e olhou para o armário do leito vizinho. Lá, repousava uma estatueta de um anjo com uma lanterna de vidro e fogo agarrada pela mão.
- Já contei que estou trabalhando na igreja do centro agora? Acho que não. Os cupins aprontaram umas boas por lá. Pelo menos eu e a Simoneca teremos trabalho até o fim do ano. Benditos sejam os cupins, pai.
Novo período de silêncio. Laura suspirou antes de continuar.
- Não sei se é por causa do Miguel ou por sua causa, papai, que eu resolvi esperar mais um pouco – disse, em tom mais baixo ainda, as palavras entremeadas por fungadas.
Agora Laura chorava. Ficou calada por mais de dez minutos, olhando fixamente para o pai. Às vezes tinha a impressão de estar falando com uma casca vazia e isso a enchia de medo e solidão. O tubo de oxigênio entrando pela narina do pai era o que o mantinha vivo. Desde o acidente vascular cerebral seu pai ia desaparecendo aos poucos, desvanecendo como um sonho bom. Ela tinha verdadeira fobia ao passar do tempo, a necessidade de ter de visitá-lo naquele estado. Tinha a impressão que mais dia, menos dia, quando entrasse no quarto, não encontraria mais nada em cima da cama a não ser o pijama, o lençol e o cobertor – mesmo que a enfermeira e o doutor Breno dissessem que seu pai, de alguma forma, ainda estava ali. Saudável como um touro, seu pai nunca tinha tido nada na vida além de um resfriado corriqueiro ou uma incômoda dor de garganta. Nada de colesterol alto, nada de pressão alta nem diabetes. A única luta que o pai travara em nome da saúde tinha sido contra o vício do cigarro. Ainda assim, gabava-se, rindo com os amigos, dizendo que aquela tinha sido uma guerra preventiva. Sempre magro e ativo, sorridente e bem humorado, um porto seguro de equilíbrio e alto-astral para atracar e pedir guarida em períodos de tristeza e depressão. Um dia, simplesmente do nada, aquilo. Um mal-estar, uma dor de cabeça chata, um corpo que não se levantou mais da cama. Um telefonema da faxineira que ia, por sorte, toda quarta, avisando que o pai estava doente, esquisito, sem sair da cama, falando tudo embolado. Laura entrou em choque, achando que o pai estaria morto antes de ela chegar até a casa. Só conseguiu pensar em doutor Breno, o dono do hospital onde o pai trabalhava nos últimos doze anos. Doutor Breno veio pessoalmente e foi ele quem diagnosticou e tratou da internação imediata do amigo. Foi justamente nessa época que Laura desmoronou uma segunda vez.
A mulher enxugou as lágrimas sabendo que era isso que ele faria se estivesse desperto, ao seu lado. Mais uma vez ela encarava o pai e, sem se dar conta, alisava a cicatriz no próprio pulso. Não entendia como uns lutavam tanto para manterem-se agarrados ao fio da vida e outros, fracos como ela, entregavam-se de bandeja às teias da morte, de bom grado, de boa vontade, com todo desejo de ir-se embora para o outro lado do manto, e acabavam sendo regurgitados para essa existência que todos os conscientes teimavam em chamar de vida. Ela vinha perdendo as forças. Laura conseguia ludibriar a todos vestindo um sorriso ensaiado e desfilando com ele pela rua, pela padaria, entre os amigos de trabalho. Era mais fácil assim. Com um sorrisinho besta, ninguém notava a tsunami devastadora correndo e erodindo sua alma bem ali, dentro de seu peito. Queria que aquele sorriso na frente do espelho também a enganasse, forjando felicidade, mas não conseguia. E agarrava-se levemente à vida, esperando pelo pai. Tinha que ter certeza de que não iria desapontá-lo. O consolo e o único remédio vinha sendo aquela nova e inesperada amizade com Miguel, que mais que um bom amigo era um bom ouvido. Miguel não a julgava nunca. Miguel não queria saber de seu passado, se ela tinha sido ou não culpada e nem sabia que ela um dia tinha tentado acabar com a vida.









10 Coisas para não fazer com seu livro






Achei esse post no blog http://oliterata.blogspot.com/ , é bem legal.

1 - Orelhas não são marcadores, e por mais que você se sinta tentado por demarcar suas leituras com elas, seu livro agradecerá fervorosamente se não o fizer, afinal elas estão ali mesmo é para embelezar;



Bebês e livros não combinam, e mantê-los longe pode ser uma tarefa difícil, ainda mais aquelas suas coleções de literatura fantástica, com capas coloridas e chamativas. Mas por mais difícil que seja a tarefa, não desista, bebês, em especial os de 6 a 18 meses tem uma disposição maior para conhecer as coisas com a boca, do que com os olhos;

3 - Analise a quem emprestar, ou melhor não empreste, a não ser que você conheça muito bem o "solicitante", e não tenha a menor dúvida que ele tratará sem bem da mesma forma que você;

4 - Não coloque seu livro num lugar qualquer, pois além de um canto de destaque em sua casa, é ideal que se sigam alguns cuidados como luminosidade e principalmente umidade;

5 - Não tenha livros em mãos em discussões entre casais, afinal no momento de tensão os atos podem ser impensados, e não raro eles saem voando pelos ares, e para piorar, vá que seja um exemplar de A batalha do Apocalipse, ou então de A passagem, aí é homicídio na certa;

6 - Não jogue seu livro pela janela do apartamento, principalmente do 15º andar. Nem sempre as leituras nos agradam, mas isso não que dizer necessariamente rebeldia, e querer se livrar do coitado, principalmente se eles for do tamanho de livros como o do item 5;

7 - Não troque seu livro por e-book's. Tudo bem eles são legaizinhos, modernos, em tese politicamente corretos, mas jamais terão o charme do bom, velho, e mágico livro impresso. 




8 - Não use seu livro como suporte, ou como remendo, é incrível como as pessoas podem ser curéis com eles vendo uma mesa com o pé quebrado!

9 - Pelo amor de Deus, mais uma vez, ganhe, compre, faça você mesmo um marcador, mas jamais faça orelhas para marcar seus livros;

10 - Não, nunca, jamais mesmo, de jeito nenhum leve seu livro pro motel.Acreditem nunca se sabe o que pode fazer um bookaholic;










ANTES DE MORRER


Antes de morrer é o tipo de livro que te faz pensar, escrito pela Autora Jenny Downham.
Tess Scott tem 16 anos e os mesmos desejos e inseguranças das outras meninas de sua idade. No entanto, numa época em que deveria descobri aos poucos o mundo adulto, sente que corre contra o relógio. Ela tem leucemia e experimenta a dura realidade de enfrenta a proximidade da morte, quando ainda se é tão jovem.







Tessa tenta agir como outras garotas, e para isso conta com sua melhor amiga Zoey. Mas agarrar-se aos sonhos de menina, quando a doença se agrava e as esperanças vãos e esvaindo aos poucos, é mais difícil do que se pode imaginar. Cabe então, uma última chance para viver, antes de morrer.
A solução encontrada pela jovem é viver intensamente, sem limites e regras, apeoveitando o melhor da adolesacencia nesse tempo que lhe resta e parece se esgotar tão veloz. Ela organiza uma lista com as dez coisas que mais deseja fazer antes de morrer, mesmo indo contra seu deblitado corpo, aposta todas as fichas em romper os limites.
A primeira relação, Infringir leis, dirigir um carro, ser famosa, amar... uma lista que visa sacudir sua existencia, abraçar o mundo, mas as consequências nem sempre são as esperadas.


Essas experiências podem ser frustantes, ou magoar aqueles que mais ama, deixando marcas profundas em sua família e em seus amigos.

 

O livro é narrado em primeira pessoa, o que só conta pontos a favor, pois aproxima o leitor da protagonista, nos ajuda entender o piscicológico da personagem, suas razões e sua visão de mundo. Os personagens criados Jenny são incriveis, a cada página a proximidade com o leitor se torna mais estrieita. São tão humanos, que despertam em nós emoções contastantes. O pai de Tessa, seu irmão, sua melhor amiga Zoey, e seu namorado Adam são os destaques dessa estória e cada um aos seu modo tenta lidar com a doença de uma pessoa que tanto amam. É incrível você ir lendo e notando as razões de cada personagem que se vê em torno da protagonista que caminha para a morte. O pai faz tudo por ela, o irmão ganha um detaque emocionante no desfecho, a amiga tenta lhe mostrar que pode fazer tudo, Adam lhe dar o item mais importante da lista.
O melhor do livro: não é clichê. Você se emociona, dar risadas e se irrita ( muito) com Tess. Se encanta pelo pai, se sensibiliza pelo irmão, se apaixona pelo namorado, quer matar a amiga. Isso por que cada personagem também vive seus prórpios dilemas. A doença de Tessa é epicentro, mas não anula a vida de cada um ao seu redor e isso torna o livro mais envolvente e os personagens mais reais em suas fraquezas e grandezas. Um reflexo da realidade dentro de um livro de ficção.

Eu recomendo esse livro mil vezes. 

Postado no blog http://nossaestante-br.blogspot.com/












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