PARA SEMPRE




Autores: Kim Carpenter; Krickitt Carpenter
Selo: Novo Conceito
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 144



Sinopse: A vida que Kim e Krickitt Carpenter conheciam mudou completamente no dia 24 de novembro de 1993, dois meses após o seu casamento, quando a traseira do seu carro foi atingida por uma caminhonete que transitava em alta velocidade. Um ferimento sério na cabeça deixou Krickitt em coma por várias semanas. Quando finalmente despertou, parte da sua memória estava comprometida e ela não conseguia se lembrar de seu marido. Ela não fazia a menor ideia de quem ele era. Essencialmente, a "Krickitt" com quem Kim havia se casado morreu no acidente, e naquele momento ele precisava reconquistar a mulher que amava.

"Há quase três anos, fiz um juramento e, como disse naquela ocasião, repito agora, com um amor e desejo ainda maiores: Prometo defender o nosso amor e estimá-lo acima de qualquer coisa. Prometo ser compreensivo, tolerante e paciente. Prometo cuidar de cada uma das suas necessidades. Prometo respeitá-la e amá-la completamente. Acima de tudo, prometo que, não importam quais adversidades nós tenhamos que enfrentar, eu nunca esquecerei dos votos que fiz : protege-la, guia-la e cuidar de você, até que a morte nos separe. Só existe uma coisa que pode superar para sempre os eventos dolorosos pelos quais passamos, e essa coisa é o amor que sinto por você." Kim Carpenter


Resenha:
Realmente uma história linda e tocante, essa história é real contada por Kim.
Mas se você espera uma romance com cenas de beijos, carícias e relatos apaixonante, esqueça! Você vai encontrar nesse livro uma lição de vida , que só  o  amor pode ensinar.
Imagine-se casado com a pessoa que você aprendeu a conhecer ao longo da convivência, e de repente , essa pessoa além de não lembrar que te conhece, ainda adquiri uma personalidade diferente e oposta da que você conheceu. Como lidar com isso? Kim acredita  na força do amor e na responsabilidade de se cumprir uma promessa ;"amar e respeitar , na saúde e na doença todos os dias de minha vida" E é nessa crença e também na de um milagre que Kim , começa a reconquistar o amor da esposa.
Quer saber se ele conseguiu? Se ela se lembrou dele? Leia o livro!
É um livro de poucas páginas, lí em um dia, boa diagramação , fácil e agradável leitura!











Postado por: Márcia Lopes Assis


Ler é o melhor remédio.
Leia jornal...
Leia outdoor...
Leia letreiros da estação do trem...
Leia os preços do supermercado...
Leia alguém!
Ler é a maior comédia!
Leia etiqueta jeans...
Leia histórias em quadrinhos...
Leia a continha do bar...
Leia a bula do remédio...
Leia a  página do ano passado perdida no canto da pia enrolando chuchus...
Leia a vida!
Leia os olhos, leia as mãos. Os lábios e os desejos das pessoas...
Leia a interação que ocorre ou não entre física, geografia, informática, trabalho, miséria e chateação...
Leia as impossibilidades...
Leia ainda mais as esperanças...
Leia o que lhe der na telha...
...mas leia, e as idéias virão!

por Luís Fernando Veríssimo











UM  APÓLOGO
Machado de Assis


Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
— Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
— Deixe-me, senhora.
— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
— Que cabeça, senhora?  A senhora não é alfinete, é agulha.  Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
— Mas você é orgulhosa.
— Decerto que sou.
— Mas por quê?
— É boa!  Porque coso.  Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
— Você?  Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
— Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
— Também os batedores vão adiante do imperador.
— Você é imperador?
— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser.  Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco?  Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plic-plic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
— Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas?  Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha: 
— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico. 
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
— Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

Texto extraído do livro "Para Gostar de Ler - Volume 9 - Contos", Editora Ática - São Paulo, 1984, pág. 59.



Eu ouvi muitas vezes essa história dos mais " velhos" de alguma forma ela sempre mexeu comigo , esse senhores , mal sabiam ler, e onde aprenderam , não sei dizer, mas eles entendiam bem a moral e tentavam passar pra gente.
Mais tarde na escola eu aprendi e deve ser por isso que amo a literatura de Machado.
Esse conto fala de sentimentos como: orgulho, ciúme , egoísmo e vaidade , bem transparecidos nos personagens, agulha, a linha, alfinete.
Na verdade Machado de Assis faz uma crítica a sociedade burguesa da época. Usando uma expressão bem irônica , pra mostrar a hipocrisia que há na vida social e as contradições que existem na humanidade , ficando difícil rotular as pessoas em boas ou más , assim como os personagens.
Alguma novidade pra vocês?  A época era outra, mas a história é a mesma. Esse texto  é completo , vale para nossa vida pessoal, nossa convivência com colegas e amigos, hoje em dia , até a convivência na Internet.
E se você parar pra pensar , talvez já tenha sido um desses personagens , ou  servido de agulha para muitas linhas ordinárias.
Interessante que eu ouvi essa fábula quando criança e mesmo sem entender o contexto literário, eu a subentendi, porque infelizmente a criança é a maior vítima dessa hipocrisia social e não tem como se defender, mas acreditem elas entendem!

Postado por: Márcia Lopes Assis




Em meio a uma grande crise familiar,
o detetive luta para desvendar um mistério 
que pode abalar a Casa Branca.



Autor: James Patterson
Editora: Arqueiro 
Número de páginas: 224

Alex Cross é um detetive que trabalha e vive no Sudeste de Washington, DC e trabalha na divisão de homicídios da Polícia Metropolitana do Distrito de Columbia (MPD). Ele vive com sua avó Nana Mama e três filhos, Damon, Janelle (Jannie), e Alex Jr. (Little Alex).

Alex está comemorando seu aniversário com a família e os amigos quando toca o telefone. Seria apenas mais uma ligação inconveniente de trabalho não fosse a notícia bombástica: Caroline Cross, sobrinha do detetive, foi brutalmente assassinada.

Com o apoio de sua namorada, a detetive Brianna Stone, Cross se lança às investigações, determinado a encontrar e punir os responsáveis pela morte da sobrinha. A primeira coisa que ele descobre é desconcertante. Caroline trabalhava como garota de programa.

Logo Cross fica sabendo que outras moças e rapazes envolvidos com prostituição também estão desaparecidos. Em meio aos pertences de alguns deles, o detetive encontra sequências de letras anotadas, todas muito parecidas. Ele decifra o código e percebe que as sequências revelam números de telefone de pessoas famosas e poderosas.

Quando é convocado a contar tudo o que sabe a um dos principais agentes do Serviço Secreto, o detetive começa a desconfiar que está envolvido em algo muito maior do que havia imaginado. Cross terá que trabalhar sozinho e às escondidas para encontrar os assassinos de sua sobrinha e evitar que um grande caso de acobertamento impeça que seja feita justiça.


Trechos:

"Joguei a cabeça para trás e praguejei contra o teto do carro, ou contra Deus, ou as duas coisas. Como uma coisa dessas pôde acontecer? Então apoiei a cabeça no volante e meus olhos começaram a lacrimejar. E, parado ali, rezei por Caroline, que não teve ninguém ao seu lado quando mais precisou."

"Tentei esconder meu espanto. O que o homicídio que eu estava investigando tinha a ver com a Casa Branca? O que estava acontecendo?" 


***

Sou suspeita para falar dos livros do James Patterson do qual já sou fã incondicional, mais uma vez podemos contar com uma história objetiva e sem enrolação, fazendo o texto fluir sem prolongar as cenas dando agilidade ao enredo. Patterson volta a nos trazer uma série de assassinatos, mas dessa vez muito mais brutais o que acabou me surpreendendo, mesmo tendo lido outros livros posso dizer que até agora esse é o que mais gostei, pois não é apenas mais um crime que Alex Cross precisa desvendar e sim uma perda que traz de volta um passado de ruptura familiar. Bem acho que já falei demais, como se diz: 
AS PÁGINAS VIRAM SOZINHAS!!!


BOA LEITURA A TODOS !




Apátrida



Ana Paula Bergamasco, ganhadora do prêmio Codex ouro,
como melhor livro!


Editora: Todas as Falas
Páginas: 338
Ano: 2010
Edição: 01


SINOPSE: Uma pequena vila na Polônia. Uma menina repleta de vida. Um encontro. Vidas Ceifadas. Sonhos Destruídos. Infâncias Roubadas. As recordações da personagem Irena amarram o leitor na História do Século XX. Baseado no estudo dos fatos que marcaram a época, o palco da narrativa é a conturbada Europa pós Primeira Guerra Mundial, culminando com a eclosão da Segunda Grande Guerra e a destruição que ela provocou na vida de milhões de pessoas. A narradora conduz a exposição em primeira pessoa, e remete o leitor a enxergar, através de seus olhos, o cotidiano a que ficou submetida. É um relato humano, sincero e envolvente que revela a passagem da vida infantil feliz da menina, para o tumulto da existência adulta, cheia de contradições.



Resenha

O primeiro do meu top 10 em 2011

Há livros que são para sempre, assim eu descrevo este livro. O livro narra a história de Irena uma criança cheia de sonhos e perdas e mais tarde uma mulher forte e determinada.O romance e enriquecido em personagens marcantes e emocionantes.No começo da leitura fiquei um pouco confusa, pois a narrativa vai e volta do presente para o passado, porém logo você se acostuma.

O que mais me chamou a atenção nesse livro foi o fato da autora não só nos fazer relembrar dos horrores do nazismo e comunismo soviético, mas também nos colocar perante as diferenças religiosas e culturais e as violações dos direitos humanos e violência moral e psicológicas, e o que esses seres humanos submetidos a essas diferenças são capazes de fazer.Esses relatos são tão chocantes que parei por diversas vezes, para me refazer dos sentimentos causados por eles.E o ápice da emoção transborda quando Irena narra seus momentos no campo de concentração de Aushwitz,as lágrimas rolam.
Mas a história também tem paixões e um amor impossível e você vai se enternecer com eles!
Você vai torcer, chorar  e sentir muita raiva de Irena também...

Este livro além de ser uma história sobre a segunda guerra mundial é uma lição de vida e serve como um alerta.


Nota 10! 



Postado por: Márcia Lopes Assis


Marina




Autor: Carlos Ruiz Zafón
Editora: Suma de Letras
Páginas: 189




Neste livro, Zafón constrói um suspense envolvente em que Barcelona é a cidade-personagem, por onde o estudante de internato Óscar Drai, de 15 anos, passa todo o seu tempo livre, andando pelas ruas e se encantando com a arquitetura de seus casarões. É um desses antigos casarões aparentemente abandonados que chama a atenção de Oscar, que logo se aventura a entrar na casa. Lá dentro, o jovem se encanta com o som de uma belíssima voz e por um relógio de bolso quebrado e muito antigo. Mas ele se assusta com uma inesperada presença na sala de estar e foge, assustado, levando o relógio. Dias depois, ao retornar à casa para devolver o objeto roubado, conhece Marina, a jovem de olhos cinzentos que o leva a um cemitério, onde uma mulher coberta por um manto negro visita uma sepultura sem nome, sempre à mesma data, à mesma hora. Os dois passam então a tentar desvendar o mistério que ronda a mulher do cemitério, passando por palacetes e estufas abandonadas, lutando contra manequins vivos e se defrontando com o mesmo símbolo - uma mariposa negra - diversas vezes, nas mais aventurosas situações por entre os cantos remotos de Barcelona. Tudo isso pelos olhos de Oscar, o menino solitário que se apaixona por Marina e tudo o que a envolve, passando a conviver dia e noite com a falta de eletricidade do casarão, o amigável e doente pai da garota, Germán, o gato Kafka, e a coleção de pinturas espectrais da sala de retratos. Em Marina, o leitor é tragado para dentro de uma investigação cheia de mistérios, conhecendo, a cada capítulo, novas pistas e personagens de uma intrincada história sobre um imigrante de Praga que fez fama e fortuna em Barcelona e teve com sua bela esposa um fim trágico. Ou pelo menos é o que todos imaginam que tenha acontecido, a não ser por Oscar e Marina, que vão correr em busca da verdade - antes de saber que é ela que vai ao encontro deles, como declara um dos complexos personagens do livro.


"Quinze anos depois, voltei à cidade (...) O velho cemitério continua lá, acho eu, perdido na névoa (...) As vezes duvido da minha memória (...)  
Todos nós  temos  um segredo trancado a sete chaves no sótão da alma. Este é o meu."   


Este livro fala de amor, amizade, ambição,perdas, medos, sofrimentos inevitáveis e ternura. Gosto de pensar que Marina é um amigo imaginário, Óscar extravasa sua dor de crescer, sua solidão , seus desejos vivendo com Marina; o primeiro amor, a primeira amizade, a primeira desilusão...
O livro resgata em nós a espontaneidade e pureza de sentimentos, lembrando-nos da essência de criança que já fomos um dia!
Uma estória , embora lúgubre é repleta de sentimentos que nos causam empatia, fora escrito a princípio para o público jovem, mas certamente um livro que todo adulto terá prazer em  ler.
Se você é daqueles que marcam nos livros as frases preferidas, devo avisar que irá marcá-lo todo, esse é o único ponto baixo do livro , contém muitas frases feitas. Fora isso o enredo é empolgante e fascinante e já como marca registrada do autor, prende-´nos a leitura , ficando difícil parar de ler.
Quando lemos um livro de Zafón é como se tivéssemos sido transportados para um mundo surreal, sempre a velha Barcelona com seus encantos e mistério. Quando você termina de ler seja qualquer um livro dele, tem a sensação que perdeu algo, sente uma saudade inexplicável , uma vontade de resgatar algo, que lhe foge da memória...
Tudo isso numa estória de suspense e terror que envolve o casal.


Ótima leitura!


Postado por Márcia Lopes Assis



A MALDIÇÃO DO TIGRE







Livro: A Maldição do Tigre
Autor (a): Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Ano: 2011
Páginas: 342


Paixão. Destino. Lealdade.
Você arriscaria tudo para salvar seu grande amor?


Kelsey Hayes perdeu os pais recentemente e precisa arranjar um emprego para custear a faculdade. Contratada por um circo, ela é arrebatada pela principal atração: um lindo tigre branco. Kelsey sente uma forte conexão com o misterioso animal de olhos azuis e, tocada por sua solidão, passa a maior parte do seu tempo livre ao lado dele. O que a jovem órfã ainda não sabe é que seu tigre Ren é na verdade Alagan Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, e que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço. Determinada a devolver a Ren sua humanidade, Kelsey embarca em uma perigosa jornada pela Índia, onde enfrenta forças sombrias, criaturas imortais e mundos místicos, tentando decifrar uma antiga profecia. Ao mesmo tempo, se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.

A Maldição do Tigre é o primeiro livro da série Tiger's Curse, quando comecei a ler não imaginei que ficaria tão envolvida com a história e com os personagens. Narrado pela jovem Kelsey Hayes, de dezessete anos que após ser contratada para trabalhar no Circo Maurizio e conhecer o lindo tigre branco chamado Dhiren, ela percebe que os dois possuem uma conexão muito forte. 

Kelsey também é uma apaixonada por livros e filmes, chegando a citar poemas e livros de Shakespeare.

É um livro de leitura rápida e envolvente misturando ação, magia e romance. Além de nos apresentar informações sobre as práticas religiosas e culturais da Índia.


Uma Leitura Maravilhosa !!!









A continuação da série  intitulado “O resgate de tigre” está previsto para Maio desse ano.















BIBLIO...  O QUE???

Digo as pessoas com muito orgulho que sou estudante de biblioteconomia e sempre acabo escutando perguntas do tipo Biblio...  O que?...  O que economia?...  O que é isso?... Biblioteca e economia?... É curso novo? ... Estudar quatro anos pra guardar livro Nunca tinha ouvido falar... Ah ta, então você vai trabalhar em biblioteca?... Você deve gostar de ler, né?...

E mais um monte de perguntas que ouvimos durante a graduação e ate mesmo depois dela. Não canso e nem vou cansar de explicar o que é, por esse motivo resolvi usar o blog para falar um pouco sobre o curso de Biblioteconomia.




A Classificação Brasileira de Ocupações, do Ministério do Trabalho e Emprego, entende que a profissão do bibliotecário encontra-se entre aquelas denominadas de Profissionais da Informação e os conhecimentos são adquiridos nos cursos de Biblioteconomia e Ciência da Informação, em universidades públicas e privadas, em todas as regiões do país. 

 A Biblioteconomia, uma das profissões mais antigas, é vinculada à necessidade humana de recuperar, organizar e disseminar informações. Conforme ensina Edson Nery da Fonseca1, a "palavra biblioteconomia é composta por três elementos gregos - biblion (livro) + theka (caixa) + nomos (regra) - aos quais juntou-se o sufixo ia." Estima-se que talvez tenha se iniciado com as práticas estabelecidas pelos monges copistas.  A Biblioteconomia no Brasil como curso de graduação é considerada como uma das ciências da informação, pelo seu caráter interdisciplinar e pelo seu objeto de estudo.
Embora recorrentemente se associe a profissão às bibliotecas e aos livros, o trabalho do bibliotecário pode ser realizado em diferentes ambientes, locais, situações ou de forma autônoma, onde houver necessidade de informação organizada e tratada. Em realidade, a Biblioteconomia capacita o futuro bibliotecário a lidar com documentos, informações ou dados, de acordo com sistemas, linguagens e lógicas aprendidos no curso.  
 Assim, por intermédio dos cursos de Biblioteconomia, os profissionais lidam e desenvolvem bases de dados, organizam e tratam documentos que incluem os livros, as mídias eletrônicas, as revistas, e as informações contidas nas bibliotecas eletrônicas, que habitam os espaços digitais, além de atuarem na preservação de documentos, informações e dados, igualmente nos diferentes ambientes. Esse trabalho é realizado com base no aprendizado de linguagens documentárias, códigos e padrões internacionais e tratamento de conteúdos que permitem o tráfego e a troca de informações que extrapola os limites das organizações no país e no contexto internacional. 
O curso de Biblioteconomia permite ao profissional apreender técnicas de pesquisa em diferentes ambientes e sistemas, de atendimento ao usuário, de desenvolvimento e de gestão de sistemas de informação, de marketing e de análise de informação, de modo que os conteúdos se tornem recuperáveis por sistemas eletrônicos. Além disso, habilita o profissional a auxiliar seus usuários na organização e sistematização de seus trabalhos técnicos, na revisão de textos e na normalização de publicações.

Você sabe o significado do símbolo de Biblioteconomia, que é a lâmpada de Aladim e o livro aberto? 

A lâmpada de Aladim, representa a incessante vigília, a atividade intelectual, o trabalho árduo das investigações lítero-científicas. 
O livro aberto significa o oferecimento da educação e da cultura. 


Texto: Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal - http://www.abdf.org.br/principal/






A VIDENTE






Autora: Hannah Howell
Editora: Leya
ISBN: 9788563066398
Número de páginas: 224

Estamos no século XVIII, na Inglaterra georgiana. Como todas as gerações de sua família, Chloe Wherlocke possui habilidades especiais, e o seu dom é enxergar além da visão física. Em 1785 ela prevê a morte de uma mulher que acabara de dar à luz e toda uma trama para atender a motivos escusos. Ao encontrar uma criança abandonada ao lado do corpo da mãe, ela salva o bebê e o cria escondido do mundo. Fazia isso por amor, mas talvez houvesse neste gesto alguma força do destino… Com o passar dos anos, Chloe descobre que o encontro com a criança não havia sido uma simples coincidência e nota, pouco a pouco, um desenrolar de acontecimentos que envolviam todos os membros de sua família, num jogo de traições, mentiras e assassinatos. Consciente de tudo, ela precisa ser rápida para salvar a vida do pai do menino, o conde Julian Kenwood, e avisá-lo que o filho não morreu. Mas, ao se aproximar da família Kenwood, Chloe percebe seu sentimento de proteção por Julian se transformar enquanto a cada momento tudo fica mais perigoso.

Resenha
Esse livro me lembrou aqueles romances de banca “Clássicos da literatura Romântica” eu li muitos na década de 80 e adorava!
A vidente é uma história de amor, divertida e muito prazerosa...
Chloe é uma moça linda, mas não só pelo visual, ela além de divertida é bondosa, sincera e determinada! Ela e a maioria de sua família foram abençoados ou amaldiçoados por estranhos dons no qual o seu e da visão. Chloe cria um menino que foi dado como morto desde ao nascer, e ela espera o momento certo para revelá- lo ao pai. Lord Julian arrasado pelas traições da esposa (Lady Beatrice) se entrega aos prostíbulos e ao álcool,se tornando presa fácil para os que desejam vê- lo morto. E é numa dessas tentativas que conhece Chloe, que junto com seu primo Leo o salva e o esconde.
A atração entre os dois é imediata e num clima de muita paixão eles traçam um plano para desmascarar , sua linda e maquiavelica esposa Beatrice e finalmente revelar seu filho Anthony que pensara ter nascido morto,agora todos correm perigo,será que os poderes psíquicos de Chloe e sua família lhe permitirá que ele salve a criança da morte certa?!
E o que fazer com o que sente por Chloe, ele não confia nas mulheres!
A vidente é o primeiro livro da saga dos Wherlocke  conhecidos pelos seus poderes psíquicos, apesar das letras serem pequenas que podem dificultar um pouco a leitura, vale apena ler , principalmente  aos amantes de uma bela história de amor , as cenas de sexo são descritas em detalhes  que afloram os hormônios,sem  deixar cair  na vulgaridade, acredito que a autora quis mostrar que independente da época, idade , sexo , personalidades... O fato de amar sempre trás algum tipo de conflito, mas, que sempre vale apena! A história se passar no séc XVIII, mas, não é um romance histórico! 

 Uma ótima leitura!


Não se pode prever uma grande paixão...e amar é sempre arriscado.





Postado por Márcia Assis.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...