A autora Márcia Abreu está fazendo aniversário e resolveu nos presentear com o seu livro, serão 10 sorteados a ganhar o livro autografado e marcadores!
Prêmios: 10 Livros autografados e 10 marcadores. BOA SORTE!
Lançamento 07 de setembro pela APED Editora

Em 90 Anos Antes, primeiro livro da Série Renascer, David Andrews conta toda sua vida, desde a sua transformação de um simples mortal para um vampiro, até os dias atuais, dias estes marcados pelo reencontro com Elise.

David se apaixona por Elizabeth Evans, uma vampira, que encontrou na floresta. Apaixonados, iriam se casar, mas em 1901, quando um vingativo e inesperado desafeto de Elizabeth a reencontra, astuciosamente consegue atraí-la para a mesma floresta, matando-a, e queimando seu corpo.

 90 anos de completa agonia se passaram na vida do imortal David Andrews. Vivendo em um total desinteresse por tudo e por todos, e se sentindo como um verdadeiro vampiro.

   Nem completamente vivo...
   E completamente morto!

Até que, uma noite, por ironia do destino que lhe prega uma peça, coloca novamente Elizabeth em sua “vida”, reencarnada na pele de outra mulher, Elise.
Leia o primeiro Capítulo AQUI



         

                                                       Booktrailer



                                             
PROMOÇÃO



Regulamento:
1- Assistir ao Booktrailer e deixar um comentário no youtube. AQUI
2- Compartilhar publicamente no Facebook a foto da promoção com um comentário. AQUI
3 - Deixar um comentário “Participando” na caixa ao lado. No Blog da autora AQUI
(Não podem esquecer de deixar o comentário na caixa ao lado! *-*)

Para mais 2 chances:  curtir, comentar e compartilhar publicamente o Booktrailer que está no topo da Fan-Page. AQUI

Para mais 3 chances: marcar o livro no Skoob como “vou ler”AQUI

Sorteio dia 03 de outubro de 2012 






EU MATO



Autor: Giorgi Faletti
Editora: Intrínseca
Ano: 2010
Número de Paginas : 536

Um thriller psicológico e emocionante. Em Eu Mato, deparei com uma tremenda obra de arte onde o autor consegue prender a atenção do início ao fim.
O livro conta a história de um assassino em série que deixa como assinatura a frase “EU MATO”, utilizando o sangue das vítimas.
Como de praxe, há o aviso de quem será a próxima vítima por meio de um enigma. O assassino tem uma enorme paixão por música, encontrando nela o prazer e um meio de avisar sua próxima vítima. 

Se você for como eu e tenta juntar as peças para desvendar a verdadeira identidade do assassino, então tente ser bom observador, pois o autor dá pistas muito sutis, no entanto bem coerentes. Confesso que eu acertei a identidade do assassino e não foi tão difícil.
A capa do livro é vermelha. Não muito diferente do seu interior =)

O assassino é cruel com suas vítimas e logo após matá-las, retiram-lhes a face mostrando o interior gelatinoso, assombroso e cadavérico.




“- Até nisso nós somos iguais. a única coisa que nos diferencia é que, quando acaba de falar com elas, você tem a possibilidade de se sentir cansado. Pode ir para casa e desligar a mente e todas as suas doenças. Eu não. Eu não consigo dormir de noite, porque meu sofrimento nunca acaba.
- E nessas noites, o que você faz para se livrar do seu sofrimento?
- Eu mato ..."





Postado por Leonardo Brito, novo parceiro do blog.



Selinho 


AMEI o selinho que ganhei do blog Buttercup de Galocha, assim iniciamos uma ótima parceria =)


Selinho: Ah... Como eu adoro esses meus parceiros!

Regras do Selinho

1) Colocar o link do blog que te passou o selo; 

2) Fazer uma breve homenagem para seus parceiros;
Agradeço aos meus parceiros por realizarem um ótimo trabalho como blogueiros, sempre com postagens novas e interessantes.  Obrigada !!!

3) Repassar o selinho para TODOS os seus blogs parceiros.





A REVOLTA DOS LIVRINHOS




O livro conta a história de uma verdadeira revolução que serviu para mostrar aos jovens estudantes que os livros são fundamentais, desde cedo, para ajudar a formar pessoas mais preparadas para a vida.

Na escola Recriar, tudo parecia normal - os alunos frequentavam as aulas e, nos momentos de lazer, se divertiam na sala de TV, no salão de jogos, no parquinho...Mas e a biblioteca? Por que ficava sempre vazia? A escola nunca mais foi a mesma quando os livros resolvem protestar contra o abandono que sofriam e mostram a importância que deveriam ter na vida de todos os alunos. 


A escola nunca mais foi a mesma depois que os livros resolveram protestar contra o abandono que sofriam. Então, eles mostram a importância que deveriam ter na vida de todos os alunos. 













MICROCONTOS

30 contos de até 100 caracteres




Descobri esta matéria no site http://www.revistabula.com
Uma lista de trinta contos de até cem caracteres.



Embora não seja reconhecido como um gênero literário — sendo associado às tendências de vanguarda e ao minimalismo —, os “microcontos” ganharam um grande número de adeptos nas duas últimas décadas. A partir do início dos anos 1990, estudos e antologias começaram a abordar o tema de forma enfática, resultando em centenas de publicações em todo o mundo.

Ainda que pareça, as micronarrativas de ficção não são algo recente. Grandes nomes da literatura mundial como Tolstói, Jorge Luis Borges, Bioy Casares, Julio Cortázar e Ernest Hemingway já incursionaram pelo tema. O escritor guatemalteco Augusto Monterroso, que morreu em 2003, é tido como um dos fundadores do “gênero” com o conto “O Dinossauro”, escrito com apenas trinta e sete letras e considerado o menor da literatura mundial, na época: “Quando acordou o dinossauro ainda estava lá.” O norte-americano Ernest Hemingway também é o autor de outro famoso microconto, com apenas vinte e seis letras: “Vende-se: sapatinhos de bebê nunca usados.” No Brasil, o pioneiro foi o escritor Dalton Trevisan, com o livro “Ah, é?”, de 1994. Mesmo não havendo nenhuma regra clara, uma das definições para o microconto seria o limite de 150 caracteres, incluindo espaços.

30 microntos de autores brasileiros e estrangeiros, extraídos dos livros “Not Quite What I Was Planning”, “It All Changed in an Instant” e “Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século”, além do jornal “Observer”, e do suplemento literário “Babelia”, do jornal “El País”.

“Sem crédito no vale-teletransporte, esperou pela recarga em planeta inóspito.”
(Alexandre Rosas)

“Olha, Pai, eu tentei, mas acho que não deu muito certo não...”
(Antônio Prata)

“Um homem, em Monte Carlo, vai ao cassino, ganha um milhão, volta para casa, se suicida.”
(Anton Tchekhov)

“Quando acordou o dinossauro ainda estava lá.”
(Augusto Monterroso)

“70 anos, algumas lágrimas, orelhas peludas.”
(Bill Querengesser)

“O suicida era tão meticuloso que teve que refazer diversas vezes o nó da corda para se enforcar.”
(Carlos Seabra)

“Uma vida inteira pela frente. O tiro veio por trás.”
(Cíntia Moscovich)

“Quase uma vítima da minha família.”
(Chuck Sangster)

“A velha insônia tossiu três da manhã.”
(Dalton Trevisan)

“Conheceu a esposa em sua festa de despedida.”
(Eddie Matz)

“Vestiu os artefatos, beijou o filho com ternura e saiu pro último trabalho sobre a Terra.”
(Edival Lourenço)

“Vende-se: sapatinhos de bebê nunca usados.”
(Ernest Hemingway)

“Uma gaiola saiu à procura de um pássaro.”
(Franz Kafka)

“2 de agosto: a Alemanha declarou guerra à Rússia. Natação à tarde.”
(Franz Kafka)

“Nascido no deserto, ainda com sede.”
(Georgene Nunn)

“Então você acredita em mim de qualquer maneira?”
(James Frey)

“O homem estava invisível, mas ninguém percebeu.”
(José María Merino)

“A mulher que amei se transformou em fantasma. Eu sou o lugar das aparições.”
(Juan José Arreola)

“Eu escolhi paixão. Agora sou pobre.”
(Kathleen E. Whitlock)

“Fui me confessar ao mar. O que ele disse? Nada.”
(Lygia Fagundes Telles)

“Se Eu não acreditar em Mim, quem vai acreditar?”
(Marcelino Freire)

“Morreu”
(Marcelo Rota)

“Escrever sobre sexo, aprender sobre o amor.”
(Martha Garvey)

"Sem futuro, sem passado. Nada perdeu."
(Matt Brensilver)

“Pegou o chapéu, embrulhou o sol, então nunca mais amanheceu.”
(Menalton Braff)

“Ouvi um barulho no portão, fui ver era a Lua nova.”
(Nei Duclós)

“Assistindo calmamente de cada moldura da porta.”
(Nicole Resseguie)

“Alzheimer: conhecer novas pessoas todos os dias.”
(Phil Skversky)

“Eu perguntei. Eles responderam. Eu escrevi.”
(Sebastian Junger)

“Eu ainda faço café para dois.”
(Zak Nelson) 








A FARSA




TÍTULO ORIGINAL: RULES OF DECEPTION
PÁGINAS: 335

Escrito por  Christopher Reich, o livro  conta a história do cirurgião Jonathan Ransom e de sua esposa a enfermeira Emma, ambos trabalham na ONG Médicos sem Fronteiras e vivem sempre viajando a lugares onde necessitam de seus serviços.

Durante uma escalada nos Alpes suíços são surpreendidos por uma avalanche. Na tentativa de buscar abrigo contra uma tempestade Emma  fratura a perna, cai em uma greta e morre.
Horas depois Jonathan recebe um misterioso envelope endereçado à mulher contendo dois recibos de bagagem enviados de uma estação de trem. Ao resgatar as malas, ele é surpreendido por dois homens que tentam tirá-las de suas mãos. No meio desses acontecimentos, Jonathan jamais poderia imaginar que a situação ficaria ainda pior. Ao abrir as malas, ele descobre estranhos objetos,
 jóias, roupas caras, as chaves de um Mercedes-Benz e documentos de uma mulher chamada Eva Kruger. Analisando os documentos, ele percebe algo incrível e impossível. Aquela mulher na fotografia chamada Eva Kruger é Emma!

Procurando compreender o que estava acontecendo com sua esposa, ele se torna alvo de uma perseguição, tomando parte em uma conspiração terrorista quem tem como objetivo a destruição de Israel, além de colocar em risco toda a humanidade.


OU ISTO OU AQUILO



Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares. 

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares! 

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

 Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo . . .
e vivo escolhendo o dia inteiro! 

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

 Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.


(Cecília Meireles) 








ORGULHO E PRECONCEITO

Jane Austen




Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy. Neste livro, Jane Austen faz uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.
Orgulho e Preconceito é um romance da escritora britânica Jane Austen.  Originalmente denominado First Impressions, foi escrito entre outubro de 1796 e agosto de 1797, antes de ela completar 21 anos. Em 1º de novembro de 1797, o pai de Austen mostrou o manuscrito para o editor Thomas Cadell, de Londres, mas foi rejeitado. Austen revisou o roteiro entre 1811 e 1812, e posteriormente mudou o título para Pride and Prejudice, publicado pela primeira vez em 1813. A história mostra a maneira com que a personagem Elizabeth Bennet lida com os problemas relacionados à educação, cultura, moral e casamento na sociedade aristocrática do início do século XIX, na Inglaterra. Apesar de a história se ambientar no século XIX  ainda  tem exercido fascínio nos leitores modernos.


 “É verdade universalmente admitida que um homem solteiro, possuidor de boa fortuna, deve estar precisando de uma esposa”.




ABER ESCLARECE DÚVIDAS DE LEITORES SOBRE COMO REPARAR LIVROS


Duas bibliotecárias escreveram para a ABER pedindo orientação sobre o melhor tipo de cola usar para reparar encadernações. Veja quais foram as dicas 
Este mês a ABER recebeu duas consultas de bibliotecários interessados em saber como colar capas e lombadas de livros sem danificar o exemplar. Veja quais foram as respostas do especialista da ABER



Consulta 1:
Sou bibliotecária e tenho uma dúvida a respeito de reparo de livros que gostaria que me esclarecessem, se possível. No momento disponho apenas de uma cola PVA para isopor, em solução alcoólica, na biblioteca em que trabalho e gostaria de saber se ela serve para ser misturada a cola carboximetil.
Desculpem-me, mas procurei vários profissionais que trabalham com reparos de livros e nenhum soube me responder se ela servirá, pois nenhum deles é restaurador, então, resolvi enviar essa dúvida a vocês, da Associação de Restauradores. Não sei mais a quem recorrer.

Resposta da ABER:
Infelizmente não se pode misturar a cola branca com metil.
A cola branca é um polimero sintético resultante do acetato de vinila. O problema é que, se aplicada em papel, a cola plastifica, endurece e não há solvente para revertê-la. Reparos feitos com essa cola não podem ser revertidos. Além disso, ela exerce uma força sobre a área aplicada fragilizando as áreas adjacentes. Use a cola de amido que dá ótimo resultado e é reconhecido como cola de qualidade arquivística totalmente reversível caso necessário.

Consulta 2:
Nós da biblioteca estamos com uma dúvida. Segundo a literatura, a cola de amido pode ser um dos atrativos para baratas e traças quando usada nas lombadas de livros para reparo. Uma das alunas do curso de reparo diz que foi aconselhada a usá-la para realizar os trabalhos de reforma de livros. Você poderia nos esclarecer sobre o assunto ou indicar algum texto, artigo, que trate sobre esta dúvida?

Resposta da ABER:
A cola de amido, o tylose, e outros adesivos acrílicos testados e aprovados como materiais de qualidade arquvística so os permitidos em qualquer intervenção em acervos gerais, especiais ou raros.
Todos são quimica e fisicamente estáveis e são reversíveis.
O amido, assim como a tylose e a celulose são facilmente metabolizados pelos insetos, roedores, microorganismos frequentemente presentes em acervos bibliográficos. A presença deles nos acervos decorre da falta de rotina de higienização do local, falta de politica de preservação (inclusão de obras infestadas nos acervos) etc. E não devido a presença de cola de amido. Eles entram nas áreas de acervos e já que lá estão, atacam o que reconhecem como alimento.




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