BIBLIOTECA NACIONAL





Pensei bastante e decidi começar a primeira postagem com a nossa Biblioteca Nacional, tive o imenso prazer de fazer duas visitas, uma visita guiada e outra visita como estudante de biblioteconomia em uma viajem com os alunos do curso de Biblioteconomia da UFES.

Tive o prazer de ver de perto o Livro de Horas, século XV, a Bíblia de Mogúncia (Bíblia Latina), primeiro impresso que contém data, lugar de impressão e nome do impressor no colofão. Pergaminho, com letras capitais feitas a mão com tinta azul e vermelha e varias outras maravilhas. Não dá pra descrever como foi toda a visita e tudo que vi só posso dizer que foi uma experiência incrível! Quem puder não deixe de visitar esse tesouro brasileiro.


Foto: Wikipedia


A  Biblioteca Nacional é a guardiã da memória gráfica brasileira, uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo e a maior biblioteca da América Latina. Seu acervo está calculado em cerca de 9 milhões de itens 


O início da Real Biblioteca no Brasil está ligado a um dos mais decisivos momentos da história do país: a transferência da rainha D. Maria I, de D. João, Príncipe Regente, de toda a família real e da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, na época da invasão de Portugal pelas forças de Napoleão Bonaparte, em 1808. Junto com a Família Real e sua corte veio também tudo aquilo que representava a monarquia: a prataria, as joias, as louças e a Real Biblioteca – com um rico acervo construído com empenho por D. José I, avô de D. João VI. . Eram 60 mil itens, entre livros, manuscritos, documentos de Estado, mapas, moedas e medalhas.



Em  29 de outubro de 1810 a Biblioteca Nacional ganha um imponente prédio para abrigar o seu acervo. Localizado na então Avenida Central (hoje Avenida Rio Branco), o prédio simbolizava a chegada da modernidade a uma importante instituição pública, sendo esta data considerada oficialmente como a da fundação da Real Biblioteca.


Em 1814, a Biblioteca foi aberta ao público, perdendo o caráter particular e deixando de estar ligada apenas à realeza. Em 1821, D. João VI retorna a Portugal e leva embora importantes documentos referentes à história de seu país. Mas um acervo muito grande e importante ainda permaneceu aqui, gerando disputa, logo após a Independência, entre Portugal e o recém-nascido Brasil. Portugal pediu indenização pelos bens deixados na ex-colônia. Um desses bens era a Biblioteca. O Brasil, representado por D. Pedro I, pagou a (alta) indenização exigida e a Real Biblioteca ficou definitivamente em terras brasileiras.
O período das reformas urbanas no Rio de Janeiro tornou-se propício para atender às demandas de espaço e modernização da Biblioteca. Decidiu-se pela construção de um grande prédio que se integrasse à arquitetura da recém-aberta Avenida Central e que fosse capaz de receber, durante muitos anos, novos livros e documentos.


A Fundação Biblioteca Nacional é a única beneficiária da Lei 10.994 de 14 de dezembro de 2004. O principal objetivo da lei do Depósito Legal é assegurar o registro e a guarda da produção intelectual nacional, além de possibilitar o controle, a elaboração e a divulgação da Bibliografia Brasileira corrente, bem como a defesa e a preservação da língua e da cultura nacionais. É o mais poderoso auxiliar no cumprimento de sua finalidade de proporcionar a informação cultural nas diferentes áreas do conhecimento humano com base na produção intelectual brasileira e nas obras mais significativas da cultura estrangeira.



O prédio atual da Fundação Biblioteca Nacional teve sua pedra fundamental lançada em 15 de agosto de 1905 e foi inaugurado cinco anos depois, em 29 de outubro de 1910. O prédio foi projetado pelo General Francisco Marcelino de Sousa Aguiar, e a construção foi dirigida pelos engenheiros Napoleão Muniz Freire e Alberto de Faria. Integrado à arquitetura da recém-aberta Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco, o prédio é de estilo eclético, em que se misturam elementos neoclássicos. As instalações do novo edifício correspondiam na época de sua inauguração a todas as exigências técnicas: pisos de vidro nos armazéns, armações e estantes de aço com capacidade para 400.000 volumes, amplos salões e tubos pneumáticos para transporte de livros dos armazéns para os salões de leitura.










Fonte:


O REINO - uma aventura dos Fargo




Autor: Cussler, Clive
Autor: Blackwood, Grant
Editora: Novo Conceito




Em Spartan Gold e Lost Empire, Clive Cussler levou os leitores ao mundo do time do casal Sam e Remi Fargo, em que suas paixões e instinto para caçar tesouros trouxeram descobertas extraordinárias e jornadas perigosas.

A próxima aventura do casal, no entanto, pode ser mais ainda aterrorizante.
Os Fargos são especialistas em caçar tesouros e não pessoas. Mas, então, um barão do petróleo de Texas os procura com uma pedido pessoal: um investigador amigo dos Faros estava em uma missão para procurar o pai do barão, porém, agora ele também está sumido. Sam e Remi seriam capazes de procurar pelos dois? Apesar de não ter adicionado muita informação sobre o caso, Fargos concorda em começar a procura.

O que eles encontrarem irá além do que eles imaginaram. Em uma viagem que os irá levar a Tibet, Nepal, Bulgária, Índia e China, os Fargos serão envolvidos com um mercado negro de fósseis, um baú centenário e o ancião do Reino Tibetano de Mustang, um dirigível do século anterior... e um esqueleto que poderia virar a história humana de cabeça para baixo.


***

Fiquei um pouco decepcionada com esse livro, pois o autor tinha em mãos uma história maravilhosa, com um “Q” de Indiana Jones, mas não com a mesma qualidade, uma história forte com heróis e vilões fracos e um final digamos “ridículo” de tão fraco. Acredito que faltou interação entre os personagens, não dá pra entender o que os personagens sentem, ficou uma história mecanizada, eu diria correta e sem emoção.


O livro tem seu mérito o casal Remi e Sam Fargo são simpáticos e cativantes, apesar de bem escrito fiquei um pouco cansada com excesso de detalhes e pouca aventura, em vários momentos pensei em abandonar o livro. Com um enredo fantástico, mas sem a emoção que espero de um livro de aventura.Uma coisa tenho que admitir foi legal conhecer o Nepal. Eu não indicaria esse livro, mas vale lembrar que esse é o meu ponto de vista.


Book Thriller 








MEME#1 - Meus 21



Olá !!!

O meme de hoje ganhei do blog Fulana Leitora.  Muito obrigada ♥♥♥
O meme consiste em responder 28 perguntas, cada pessoa deve colocar sua idade 
no nome do meme.

Regras:
1. responder todas as perguntas,
2. indicar mais de 5 blog,
3. avisar os blogs indicados,
4. usar ou não fotos.

Perguntas:
1.     Eu sou: Uma leitora voraz.
2.     Eu quero ser: Uma ótima bibliotecária :D
3.     Eu encano com: Falsidade.
4.     Tenho medo de: Perder as pessoas que amo.
5.     Acho graça das: Bobeiras do Bob esponja kkkkk
6.     Choro com: Livros e filmes.
7.     Não vivo sem: Família, amigos, livros, comida, chocolate e uma boa noite de sono.
8.     Tenho mania de: Estalar os dedos, comprar livros e cochilar no ônibus seja em pé ou sentada srrsrs
9.     Meu melhor amigo é: Deus.
10. Eu tenho como heróis: Meu pai e o Homem de Ferro.
11. Meu personagem de livro favorito: Impossível escolher  um, vou citar alguns :) Liesel (A menina que roubava livros) Ren e Khisan (A Maldição do Tigre) Matt e Suzanne (O Diário de Suzanne para Nicholas) Alex Cross (Eu, Alex Cross) Kate Blackwell (O Reverso da Medalha) Ariane Narin (Dragões de Éter) e por último Roberto e Renato Lopes Mascarenhas (O Estudante I, II e III).
12. O amor é: O que falta no mundo.
13. Meu livro de cabeceira: Pode ser dois? O Pássaro e A Culpa é das Estrelas.
14. O livro que eu não emprestaria nem sobre juramento de morte: Eu sempre empresto meus livros mas Anjos e demônios não empresto, o meu sumiu.
15. Meu sapato favorito é: Meu scarpin preto de 14 cm \o/
16. Na minha estante não falta: Livros, principalmente nacionais e de fantasia.
17. Meu autor preferido: Que difícil!!! Gosto de tantos autores, vou citar 2: Sidney Sheldon e André Vianco.
18. Um livro que me fez chorar: A menina que roubava livros, O caçador de pipas, O Diário de Suzanne para Nicholas e Marley e Eu (meu cachorro morreu enquanto eu lia o livro)
19. Aquela música que acompanha perfeitamente um livro em um dia de chuva: Depende do livro.
20. As pessoas acham que: Que são melhores que as outras.
21. O que eu mais ouço: Minha cachorrinha latir, ela late o tempo todo srsrsr
22. Eu me sinto livre: Quando leio e escrevo.
23. Rezo por/oro para: Família, amigos e por mim.
24. Meu ponto fraco: Comida e livros - tive que copiar da Fulana Leitora, somos iguais nesse ponto kkkkkkkkkkkk
25. Meu grande charme: Acho que meu sorriso é meu charme.
26. No chuveiro eu canto: De tudo, principalmente musiquinhas de comerciais, o melhor de tudo é durante o período eleitoral kkkkk
27. De madrugada, eu: Tento decidir se durmo ou leio mais um pouquinho.
28. Eu tenho a ilusão de: Que todas as pessoas são boas.


Blogs indicados: 


O Inverno das Fadas


"O amor, desde o começo dos tempos, sempre fez isso com a cabeça das pessoas"





Autor: Carolina Munhóz
Editora: Casa da Palavra
Páginas: 304
Ano: 2012


Existem pessoas normais em nosso planeta. Homens e mulheres simples que nascem e morrem sem deixar uma marca muito grande ou mesmo significativa na humanidade. Mas existem outros que possuem talentos inexplicáveis. Um brilho próprio capaz de tocar gerações. Como eles conseguem ter esses dons? De onde vem a inspiração para criar trabalhos maravilhosos? São cantores com vozes de anjos, artistas com mãos de criadores e escritores imortais. Existe uma explicação para isso. Sophia é uma Leanan Sídhe, uma fada-amante, considerada musa para humanos talentosos. Ela é capaz de seduzir e inspirar um homem a escrever um best-seller ou criar uma canção para se tornar um hit mundial. A fada dá o poder para que a pessoa se torne uma estrela, um verdadeiro ícone, ao mesmo tempo em que se aproveita da energia do escolhido para alimentar-se. Causando loucura. E MORTE.

“Porque todas as coisas boas chegam ao fim?”


Não estou muito familiarizada com as história de fadas e esse foi um dos motivos que me levou a ler O Inverno das Fadas. Conta a história de uma Leanan Sídhe, uma fada sexy com poder de inspirar artistas e leva-los ao sucesso enquanto  usa a energia do escolhido para alimentar-se. Sophia é filha de uma Leanan Sídhe com um elfo e apesar de cumprir seu trabalho, ela não está contente de matar os artistas, ela sente que falta algo e esse sentimento a torna cada vez mais solitária. Após conhecer sua próxima vítima o escritor William, ela percebe que ele é diferente dos outros, enquanto percorre o caminho do sucesso William e Sophia se apaixonam, um amor que vai além do que Sophia podia prever. Para sobreviver Sophia precisa tirar a vida de William e absorver sua energia, será que ela terá coragem de tirar a vida de seu grande amor? Quais consequências terá essa paixão?

“Era triste, mas por outro lado, ele tinha razão.Por aquela mulher, valia a pena morrer.Por Sophia seria capaz de morrer.”


Muitos artistas fictícios tiveram um fim trágico como alguns artistas reais, a autora nos faz identificar alguns artistas conhecidos, Carolina Munhóz ousou ao escrever um dos relacionamentos de Sophia com um cantor pop muito conhecido, será que vocês adivinham qual? Teria ele realmente encontrado Sophia?  Não vou contar quem é para não estragar a surpresa :D

O Inverno das Fadas é uma história de amor conturbada e mágica, seus personagens passam por problemas que muitos jovens passam todos os dias, especialmente em relação à necessidade de alcançar sucesso profissional e a obrigação de atender as expectativas da família. 
Uma das coisas que mais gostei foi o toque de realidade que Carolina Munhóz deu a história, ela consegue expressar muito bem os sentimentos vividos pelos personagens, é um livro cheio de emoção que nos deixa preso até a última página. Para um primeiro livro sobre fadas acho que comecei muito bem, quando li a primeira frase do livro “Ele deu um tiro na cabeça.” já sabia que iria gostar. Mesmo as cenas mais picantes foram descritas de forma leve e com muito bom gosto, nada que assuste ou espante os leitores. É um livro extremamente criativo e sedutor. Mesmo gostando do livro encontrei um ponto negativo, o final, esperava um desfecho mais desenvolvido com mais detalhes, esse meu ponto de vista não desmerece o livro e nem é motivo para não ler :)

 Deixo apenas um conselho, tome cuidado para não ficar vendo Leanan Sídhe em todos os lugares srsrsrrs


















“Existe uma força dentro do espírito humano que pode ser moldada. E esta força é capaz de gerar feitos extraordinários em dimensões que o mundo material não pode alcançar...”





Título: Dragões de Éter: Vol. 2
Autor: Raphael Draccon
Editora: Leya
Páginas: 495
Ano: 2010

Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltaram contra as antigas raças. E assim nasceu a Era Antiga. Hoje, Arzallum, o Maior dos Reinos, tem um novo rei, e a esperada Era Nova se inicia. Entretanto, coisas estranhas continuam a acontecer... Uma adolescente desenvolve uma iniciação mística proibida, despertando dons extraordinários que tocam nos dois lados da vida. Dois irmãos descobrem uma ligação de família com antigos laços de magia negra, que lhes são cobrados. Duas antigas sociedades secretas que deveriam estar exterminadas renascem como uma única, extremamente furiosa. Após duas décadas preso e prestes a completar 40 anos, um ex-prisioneiro reconhecido mundialmente pelas ideias de rebeldia e divisão justa dos bens roubados de ricos entre pobres é libertado, desenterrando velhas feridas, ressentimentos entre monarcas e canções de guerra perigosas. O último príncipe de Arzallum resgata sombrios segredos familiares e enfrenta o torneio de pugilismo mais famoso do mundo, despertando na jornada poderosas forças malignas e benignas além de seu controle e compreensão.
E a tecnologia do Oriente chega de maneira devastadora ao Grande Paço, dando início a um processo que irá unir magia e ciência, modificando todo o conhecimento científico que o Ocidente imaginava possuir.


Exatamente como nos contos narrados por bardos.
Como nos contos fantásticos.
Como nos contos de fada.






Mais uma vez encontramos algumas figurinhas já conhecidas como os Sete Anões claro que não poderiam faltar rsrs, Bela Adormecida, A Bela e a Fera, Cinderela, Eragon, Robin Hood , Arthur Pendragon e mais alguns amigos de longa data, o mais surpreendente foi encontrar uma pitada de Cidade de Deus.


Continuo sendo surpreendida por Draccon, dessa vez a história gira em torno do Rei Anísio Branford e sua noiva Branca Coração-de-Neve e do primeiro príncipe e pugilista Axel Branford, as cenas de luta foram as mais legais escritas com perfeição, senti que estava sentada em uma das arquibancadas da Arena de Vidro vibrando e torcendo pelo príncipe “fofo”, perdi o ar com a última luta Ops! Cuidado pra não falar demais rsrrs. Não sei se autor queria passar a sensação de Copa de Mundo, mas foi isso que pareceu durante o Tornei do Punho de Ferro. O gnomo Rumpelstichen trás a tecnologia do Oriente para Arzallum com objetivo de iniciar uma Nova Era, que irá unir magia e ciência.


A família Hanson passa por um momento conturbado levanto o jovem João a amadurecer rapidamente e se mostrar muito mais forte e corajoso do que podíamos imaginar. Ariane Narin começa a entender o que a fez caminhar sozinha pela floresta naquele dia que sua avó foi devorada pelo lobo, e com isso descobre um segredo incrível. Estava esquecendo um personagem que me fascinou Robert Locksley (ou Robin) com suas ideias revolucionárias e seu espírito de justiça e liberdade.



"E ali, naquele entardecer solitário, o fato era que a alma daquele homem vivia no coração de milhares de pessoas.
Mas o coração daquele homem vivia no de uma única mulher."



Dessa vez encontramos personagens mais maduros, onde as personalidades de cada um são exploradas ao máximo, e podemos sentir cada personagem como se existissem de verdade. Assim como o primeiro livro a narrativa continua alternando entre os diversos personagens, quando um capitulo termina não sabemos se ficamos feliz por retornar a história anterior ou triste por interromper outra, por esse motivo minha curiosidade chegou ao estremo.

Dragões de Éter: Corações de Neve é aquele livro que te faz ficar acordada durante a noite pensando nas próximas páginas, que faz você ficar sonhando com Nova Éter quando deveria estar estudado rsrsrs é assim mesmo. Uma verdadeira história de FANTASIA que te faz sonhar acordado.


E o mundo mudará. Mais uma vez.





QUOTE








Príncipe Axel e seu Troll









"Se os sonhos são forjados no éter hoje...
nós iremos tocar na quinta essência"


Título: Dragões de Éter - Caçadores de Bruxas
Autor: Raphael Draccon
Editora: Leya
Páginas: 437
Ano: 2010

O que dizer de um mundo formado por dois continentes o Ocaso e o Nascente.
Nova Ether é um mundo protegido por poderosos avatares em forma de fadas-amazonas. Um dia, porém, cansadas das falhas dos seres racionais, algumas delas se voltam contra as antigas raças. E assim nasce a Era Antiga. Essa influência e esse temor sobre a humanidade só têm fim quando Primo Branford, o filho de um moleiro, reúne o que são hoje os heróis mais conhecidos do mundo e lidera a histórica e violenta Caçada de Bruxas. Primo Branford é hoje o Rei de Arzallum, e por 20 anos saboreia satisfeito, a Paz. Nos últimos anos, entretanto, coisas estranhas começam a acontecer... Uma menina vê a própria avó ser devorada por um lobo marcado com magia negra. Dois irmãos comem estilhaços de vidro como se fossem passas silvestres e bebem água barrenta como se fosse suco, envolvidos pela magia escura de uma antiga bruxa canibal. O navio do mercenário mais sanguinário do mundo, o mesmo que acreditavam já estar morto e esquecido, retorna dos mares com um obscuro e ainda pior sucessor. E duas sociedades criminosas entram em guerra, dando início a uma intriga que irá mexer em profundos e tristes mistérios da família real. E mudará o mundo.



"Foi a época em que caíram fadas. Em que nasceram bruxas. Em que destronaram Reis. Dragões geraram-se do éter e príncipes se tornaram sapos. Uma época em que semideuses andaram na terra dos homens e abençoaram pessoalmente os heróis de muitos contos.
E então as bruxas desafiaram as fadas. E os homens desafiaram as bruxas.
Foi assim que nasceram as caçadas.
E foi assim que nasceram os caçadores." 




Poucos são os livros que gosto logo de capa e Dragões de éter foi um desses assim que olhei já sabia que iria amar. Esperava encontrar mais dragões rsrsrs, mas é nisso que dá julgar pela capa. Enfim, no começo estava meio desanimada demorei pra pegar o ritmo da história, mas depois que conheci o Rei Primo Branford, os príncipes Anísio e Axel Branford, a pequena Ariane Narin, os irmãos Maria e João Hanson e todos os outros personagens incríveis, decidi me mudar de vez para Arzallum, só pra passar mais tempo com todos eles.

Lembra-se dos contos de fadas que líamos quando crianças? Pois é o livro começa nos apresentando Chapeuzinho vermelho e João e Maria, mas dessa vez contado de uma forma mais feroz, com mais personalidade.  Draccon pega os contos infantis que já conhecemos e dá uma nova vida a eles e tudo isso dentro de sua própria história, o que mais me chamou atenção foi exatamente isso varias história conhecidas dentro de uma só e sem perder a magia e o fascínio. Parece que o autor juntou os contos infantis e criou um livro com eles? Se você achou isso está enganado, ele responde muitas perguntas como, por exemplo, o que faz uma doce velhinha morar sozinha no meio da floresta? Ou então, que mãe deixa a filha, ainda uma criança, atravessar a floresta sozinha só para levar uns doces para vovó? Como pode existir uma casa feita de doces no meio da floresta? O autor responde essas e muitas outras perguntas de forma plausível. 

"Fadas nem sempre são boas como narram os bardos."


O texto de Raphael Draccon é totalmente diferente de tudo que já li, é pura poesia e magia, me senti em uma das tabernas de Nova Éter ouvindo a história da boca de um bardo, sem conseguir parar de ouvir (ler). Com capítulos curtos a história corre de forma dinâmica e tranquila.

Sem sombra de dúvidas é um dos melhores livros de fantasia que já li na minha vida. Aconselho a todos aqueles que gostam de um mundo fantástico, a viajarem para Nova Ether e morar lá por algum tempo. Mas cuidado, você pode querer fixar residência. O que será que Corações de Neve nos espera?



Book Trailer



QUOTES

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